Adeus


O sol vermelho se levanta mais uma vez em algum lugar distante o bastante para ser frio. O retrato exausto do começo que já vi antes, silencioso como sempre. Um atalho que parece infinito, uma mente cansada e um corpo entorpecido onde a alma já perdeu seu brilho. Andando em uma trilha para achar o meu caminho de volta para casa onde a porta foi fechada naquele dia e eu proibido de continuar. No desânimo desconhecido e um rosto assustado que ainda dizia o nome. Em um passado ainda não muito distante o semblante sorri ciente meu fracasso. Hoje a pele já cobre uma cicatriz secreta de quando minha mão acenou um adeus e não obtive respostas ou qualquer outra ação de retorno.

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